Acho que foi das coisas mais treinadas por aqui nos últimos tempos. Tive saudades de todos, saudades de cidades e saudades até de mim. Mas confesso que teve e tem uma que não vejo a hora de matar.
Saudades do meu pontinho de luz mais lindo, da minha gotinha da felicidade - que sim, influenciou muito o nome desse blog - da menininha fofa que eu tanto amo. Saudades da Gabinha.
Não quero mais falar por msn, nem email nem nada. Vontade de encontrar e só. Abraçar, apertar, esmagar e lembrar o quanto é bom te ter por perto.
Chega logo, porque já cansei de brincar de ficar longe, incompleta e sem você!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
E aí, tudo bem?
Não bastassem todos os paulistanos entre 22 e 40 anos respondendo compulsivamente que estão "na correria, mas tá tudo bem", chega o final de ano para tornar o sofrimento ainda maior.
Agora não é só a correria, é a correria de final de ano. O que é isso? Só hoje ouvi de 4 pessoas. Por tabela, fiquei cansada!
O final de ano está aí e NADA mudou. Ok, uns presentes de natal a mais e talvez uns amigos secretos aqui e outros acolá que, convenhamos, podem ser evitados. E comprar presentes deveria ser uma dedicação prazerosa. Mas, do jeito que a coisa está, dá até medo de receber de certas pessoas só de imaginar a carga negativa e todo o sofrimento que adiquirir a lembrancinhajáqueécrise causou.
Meu deus. Que bode! Vamos parar de reclamar?
Se está corrido, não participe de amigos secretos que você vai pra odiar, falte no aniversário do amigo que você não gosta muito mas tem que ir, evite a cerveja a mais que vai te dar ressaca amanhã e não perca seu tempo falando o que não deve. Feliz fim de ano =)
Agora não é só a correria, é a correria de final de ano. O que é isso? Só hoje ouvi de 4 pessoas. Por tabela, fiquei cansada!
O final de ano está aí e NADA mudou. Ok, uns presentes de natal a mais e talvez uns amigos secretos aqui e outros acolá que, convenhamos, podem ser evitados. E comprar presentes deveria ser uma dedicação prazerosa. Mas, do jeito que a coisa está, dá até medo de receber de certas pessoas só de imaginar a carga negativa e todo o sofrimento que adiquirir a lembrancinhajáqueécrise causou.
Meu deus. Que bode! Vamos parar de reclamar?
Se está corrido, não participe de amigos secretos que você vai pra odiar, falte no aniversário do amigo que você não gosta muito mas tem que ir, evite a cerveja a mais que vai te dar ressaca amanhã e não perca seu tempo falando o que não deve. Feliz fim de ano =)
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Sem idéia, mas com vontade de escrever.
Vontade de retribuir uma das maiores demonstrações de amor e carinho que já recebi. Uma sensibilidade ímpar e inspirada aliada à facilidade com as palavras. Emocionante.
Vontade de tentar explicar tudo que passei, tudo que passou e o que anda acontecendo. O medo do desconhecido e a rotina que incomoda e cansa aliados à espera(nça). Demorado.
Falar do dono sem postura, do trabalho que não realiza - nada e à mim, da volta aos jantares, da festa de hoje a noite, da viagem de amanhã.
Falar da vida que, aos poucos, volta a ser minha e volta a ser linda.
Vontade de tudo isso, tempo sobrando e nada saindo.
É mole? Ou quer mais?! =D
Vontade de tentar explicar tudo que passei, tudo que passou e o que anda acontecendo. O medo do desconhecido e a rotina que incomoda e cansa aliados à espera(nça). Demorado.
Falar do dono sem postura, do trabalho que não realiza - nada e à mim, da volta aos jantares, da festa de hoje a noite, da viagem de amanhã.
Falar da vida que, aos poucos, volta a ser minha e volta a ser linda.
Vontade de tudo isso, tempo sobrando e nada saindo.
É mole? Ou quer mais?! =D
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O tal ano da mudança
Quando, lá em janeiro, revistas, horóscopos baratos, amigos e amigas blasfemavam que esse era o ano do rato, o ano da mudança, confesso que me irritava.
Expectativa demais gera frustração demais e depositar todas as angústias do ano anterior no que está por vir só porque algum chinês há muito tempo atrás inventou um horóscopo que hoje dita a ordem do dia, me parece coisa de quem muito diz e nada faz.
E aí que já estamos em novembro, quase mais pra lá do que pra cá, e já dá pra começar a pensar no balanço do ano. E não é que tudo mudou mesmo? E não digo só por mim. Quando paro, penso e observo, está tudo diferente: pra mim, pra vocês e pra eles.
O chinês, as revistas, os amigos e as amigas estavam certos. Mas acho que só esqueceram mais umas velhas e sábias máximas da vida: mudar é difícil e pra mudar, crescer, evoluir tem que sofrer.
Mas como quem espera sempre alcança, que venha 2009, o ano do boi. O ano da disciplina, do reconhecimento e da colheita da plantação de outrora.
Confesso que prefiro. E, parando pra pensar, não é de hoje que boi é mais legal que rato.
Expectativa demais gera frustração demais e depositar todas as angústias do ano anterior no que está por vir só porque algum chinês há muito tempo atrás inventou um horóscopo que hoje dita a ordem do dia, me parece coisa de quem muito diz e nada faz.
E aí que já estamos em novembro, quase mais pra lá do que pra cá, e já dá pra começar a pensar no balanço do ano. E não é que tudo mudou mesmo? E não digo só por mim. Quando paro, penso e observo, está tudo diferente: pra mim, pra vocês e pra eles.
O chinês, as revistas, os amigos e as amigas estavam certos. Mas acho que só esqueceram mais umas velhas e sábias máximas da vida: mudar é difícil e pra mudar, crescer, evoluir tem que sofrer.
Mas como quem espera sempre alcança, que venha 2009, o ano do boi. O ano da disciplina, do reconhecimento e da colheita da plantação de outrora.
Confesso que prefiro. E, parando pra pensar, não é de hoje que boi é mais legal que rato.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Em casa.
Cheguei. Pela primeira vez ligo meu laptop. Estou em casa. 18 dias depois de chegar. Parece mentira, mas o ditado quem tem dois não tem nehum não poderia ser mais certo.
Tudo que pensei que seria, foi ao contrário. Nada fácil ou tranquilo, nada calmo, nada normal. Pelo menos, a única coisa que acertei foi a mais importante. E apesar de todos os pesares, tem sido legal. Muito. E dessa vez agradeço aos daqui, que com toda a paciência do mundo me ajudaram e ainda me esperam.
Ainda sem muito pra dizer, relembrando o que é acordar às 7h30, pão de queijo no carro, chegar às 9h, reunião às 10h, unha no almoço, jantar com pais, cerveja com amigos, 3 filmes imperdíveis em cartaz, 4 peças de teatro atraentes, shows interessantes e tá caro, hein?!
Só pra dizer que a mudança está praticamente feita, a conexão wi-fi já funciona, a decoração ainda falta e a cabeça está quase boa. E que estou com saudades. Daí e daqui.
Tudo que pensei que seria, foi ao contrário. Nada fácil ou tranquilo, nada calmo, nada normal. Pelo menos, a única coisa que acertei foi a mais importante. E apesar de todos os pesares, tem sido legal. Muito. E dessa vez agradeço aos daqui, que com toda a paciência do mundo me ajudaram e ainda me esperam.
Ainda sem muito pra dizer, relembrando o que é acordar às 7h30, pão de queijo no carro, chegar às 9h, reunião às 10h, unha no almoço, jantar com pais, cerveja com amigos, 3 filmes imperdíveis em cartaz, 4 peças de teatro atraentes, shows interessantes e tá caro, hein?!
Só pra dizer que a mudança está praticamente feita, a conexão wi-fi já funciona, a decoração ainda falta e a cabeça está quase boa. E que estou com saudades. Daí e daqui.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Obrigadinha.
(bobo e piegas, mas de coração hehe)
Pensei em escrever sobre a sensação dos últimos dias, sobre tudo que passou na mente e no coração, sobre o ano em que vivi uma vida 100% minha e sobre a alegria misturada com estranheza de voltar a dividí-la com as pessoas que tanto amo. Pensei em nem escrever nada, porque sabia que não sairia bom - está tudo confuso por aqui ainda. Mas achei melhor escrever para agradecer.
Agradecer ao país, à cidade e, principalmente,às pessoas que me acolheram tão bem e me deram um dos melhors anos da minha vida. Vivi e fui feliz por completo e devo isso aos grandes amigos que fiz! Confesso que não imaginei que faria amigos de verdade a essa altura e julgava até não ser mais necessário. Que engano.
Com o coração ainda apertado, obrigadinha por todos os Bairros, Lux, risadas, cervejas, jantares, festivais, verão, conversas, visitas, presente!!, atenção, carinho e amor que vcs me deram. Foi um prazer e uma honra conhecê-los.
Resumindo: insano, animal e surreal =D Percebes?
Pensei em escrever sobre a sensação dos últimos dias, sobre tudo que passou na mente e no coração, sobre o ano em que vivi uma vida 100% minha e sobre a alegria misturada com estranheza de voltar a dividí-la com as pessoas que tanto amo. Pensei em nem escrever nada, porque sabia que não sairia bom - está tudo confuso por aqui ainda. Mas achei melhor escrever para agradecer.
Agradecer ao país, à cidade e, principalmente,às pessoas que me acolheram tão bem e me deram um dos melhors anos da minha vida. Vivi e fui feliz por completo e devo isso aos grandes amigos que fiz! Confesso que não imaginei que faria amigos de verdade a essa altura e julgava até não ser mais necessário. Que engano.
Com o coração ainda apertado, obrigadinha por todos os Bairros, Lux, risadas, cervejas, jantares, festivais, verão, conversas, visitas, presente!!, atenção, carinho e amor que vcs me deram. Foi um prazer e uma honra conhecê-los.
Resumindo: insano, animal e surreal =D Percebes?
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Sticky & Sweet Hard Candy
Sticky: sim, músicas chiclete.
Sweet Candy: sim, ela é linda.
Hard: sim, é preciso paciência.
Então tá, Madonna. Quando eu tinha 10 anos ela foi ao Brasil. Chorei, grite, esperniei, não fui. Não é pra você, filhota, vamos no do Micheal Jackson (ironias do destino, há!). Um pouco mais tarde descobri que o show em questão era o Erotica. Entendi minha ausência alí, mas fiquei com a pulga.
Não sou super fã, não escuto Madonna com frequência, não pegaria fila de mais de 2 horas para vê-la. Mas tenho aquela adoração de menina, acho ela o máximo e queria muito ir num show. E fui. Domingo passado, com mais 75 mil pessoas.
Minhas expectativas eram super estrutura e ótima produção x músicas não tão boas, Madonna meio cansada (diziam as más línguas). Foi tudo ao contrário.
O palco tinha 45cm de altura. É, Madonna está numa fase carência. Decidiu que, nessa turnê, ela queria sentir o calor do público e por isso tal palco. Eu li, se é verdade ou não, vai saber. Mas quem deixou ser assim, errou. O palco é afundado, impossível de ver. Isso porque o local do show é fantástico e famoso por sua geografia íngreme favorável. Enfim, passados 30 minutos do início eu ainda não havia visto a Madonna. Para completar o pacote, os telões eram precários e voavam com o vento. Trágico.
Anda pra cima, pra baixo, pro lado, sobe, sobe, sobe. Achei meu lugar. Já separada dos amigos comecei a assistir. E que surpresa. Set list envolvente, dançante, equilibrado e a Madonna que eu sempre imaginei. Se aquilo é cansaço e velhice, sei lá eu o que é vigor e preparo. E uma produção de palco inacreditável, mas totalmente ofuscada pela distância. Em um DVD, com certeza, é muito melhor. Numa comparação rápida e pobre, mas só pra ilustrar, posso dizer que Chemical Brothers aprenderam melhor que ela a impactar 70 mil com luz, imagens e efeitos. Com a Madonna era assim: se concentrar e prestar atenção no palco ou curtir e se deixar levar pela música. Pelo menos, tanto um quanto outro valiam a pena!
O resultado? Uma noite dançante, 24h de músicas da Madonna na cabeça e corpo se mexendo involuntariamente no ritmo e a conclusão de que, dessa vez, o show é pra ela e não para o público. Tanto que foi embora sem agradecer, sem aplausos e sem ninguém perceber. Game Over.
Sweet Candy: sim, ela é linda.
Hard: sim, é preciso paciência.
Então tá, Madonna. Quando eu tinha 10 anos ela foi ao Brasil. Chorei, grite, esperniei, não fui. Não é pra você, filhota, vamos no do Micheal Jackson (ironias do destino, há!). Um pouco mais tarde descobri que o show em questão era o Erotica. Entendi minha ausência alí, mas fiquei com a pulga.
Não sou super fã, não escuto Madonna com frequência, não pegaria fila de mais de 2 horas para vê-la. Mas tenho aquela adoração de menina, acho ela o máximo e queria muito ir num show. E fui. Domingo passado, com mais 75 mil pessoas.
Minhas expectativas eram super estrutura e ótima produção x músicas não tão boas, Madonna meio cansada (diziam as más línguas). Foi tudo ao contrário.
O palco tinha 45cm de altura. É, Madonna está numa fase carência. Decidiu que, nessa turnê, ela queria sentir o calor do público e por isso tal palco. Eu li, se é verdade ou não, vai saber. Mas quem deixou ser assim, errou. O palco é afundado, impossível de ver. Isso porque o local do show é fantástico e famoso por sua geografia íngreme favorável. Enfim, passados 30 minutos do início eu ainda não havia visto a Madonna. Para completar o pacote, os telões eram precários e voavam com o vento. Trágico.
Anda pra cima, pra baixo, pro lado, sobe, sobe, sobe. Achei meu lugar. Já separada dos amigos comecei a assistir. E que surpresa. Set list envolvente, dançante, equilibrado e a Madonna que eu sempre imaginei. Se aquilo é cansaço e velhice, sei lá eu o que é vigor e preparo. E uma produção de palco inacreditável, mas totalmente ofuscada pela distância. Em um DVD, com certeza, é muito melhor. Numa comparação rápida e pobre, mas só pra ilustrar, posso dizer que Chemical Brothers aprenderam melhor que ela a impactar 70 mil com luz, imagens e efeitos. Com a Madonna era assim: se concentrar e prestar atenção no palco ou curtir e se deixar levar pela música. Pelo menos, tanto um quanto outro valiam a pena!
O resultado? Uma noite dançante, 24h de músicas da Madonna na cabeça e corpo se mexendo involuntariamente no ritmo e a conclusão de que, dessa vez, o show é pra ela e não para o público. Tanto que foi embora sem agradecer, sem aplausos e sem ninguém perceber. Game Over.
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